Curitiba International Biennial 2013

Bienal começa com enorme procura e muita interação com a cidade




Fila na entrada do Museu Oscar Niemeyer. Foto: Rodrigo Cardoso

A fila que se formou na entrada do Museu Oscar Niemeyer no último sábado, 31, comprovou a curiosidade do público com a Bienal Internacional de Curitiba 2013. As salas destinadas à mostra, com curadoria de Teixeira Coelho e Ticio Escobar, ficaram cheias de olhares curiosos e pessoas interessadas nos trabalhos de artistas de todo mundo, desde Efigênia Rolim e Rony Bellinho -- ambos de Curitiba -- até Luis Felipe Noé (Argentina) e Erik Bünger (Suécia).

No domingo não foi diferente: desde cedo, a fila era grande para entrar no MON. A programação não se restringiu às exposições, mas contou também com performances, como a apresentação de Efigênia Rolim com o Grupo de MPB da UFPR, a chegada de Joseph Ravens com um figurino que remetia à gralha azul, e a performance-palestra do sueco Erik Bünger.


O norte-americano Joseph Ravens caminhou por Curitiba com um figurino de gralha azul, deixando um rastro de pinhões.

No Jardim Botânico, a mandala de pedras da artista alemã Beatrice Steimer foi vista pelos visitantes que estiveram no local no ensolarado domingo. No Largo da Ordem, a Galeria Sem Licença (nos muros da Sociedade Operária) inaugurou sua mostra a céu aberto, com obras de fotógrafos de Curitiba, São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia e Estados Unidos. Foi ali do lado que começou a caminhada do norte-americano Joseph Ravens, em sua performance "Strange Bird", que deixou um rastro de pinhões pela cidade até chegar ao Museu Oscar Niemeyer.


Mandala de Beatrice Steimer com a estufa do Jardim Botânico ao fundo. Foto: Rodrigo Cardoso

Está só começando. O melhor da arte contemporânea mundial está em Curitiba. São mais de 100 espaços espalhados pela cidade com uma programação especial para os três meses de Bienal. Fique ligado em nosso site e em nossa fanpage no Facebook para saber da agenda de performances, exposições, bate-papos e muito mais.