Bienal Internacional de Curitiba 2013

Rei da Suécia visita exposições da Bienal Internacional de Curitiba




Rei Carlos XVI Gustavo da Suécia em visita à Bienal Internacional de Curitiba

O Rei Carlos XVI Gustavo da Suécia esteve em Curitiba no dia 12 de novembro e visitou as exposições da Bienal Internacional de Curitiba 2013 no Museu Oscar Niemeyer (MON). Durante a visita, o rei prestigiou algumas das obras dos artistas suecos que participam desta edição da Bienal, além de trabalhos de artistas brasileiros e de outras nacionalidades.

Em sua passagem, o Rei também conheceu o projeto "Casulos", da artista gaúcha Regina Silveira, que também faz parte desta Bienal. Carlos XVI pôde ver um ônibus biarticulado da Volvo, o mesmo que está circulando com a obra pela cidade, revestido com bordados gigantes. O projeto também pôde ser observado pela comitiva real na Estação Tubo Museu Oscar Niemeyer.

Artistas suecos

Quatro artistas suecos participam desta edição da Bienal: Ann-Sofi Sidén, Erik Bünger, David Svensson e Gunilla Klingberg.

As obras de videoarte de Ann-Sofi Sidén e Erik Bünger estão sendo exibidas no MON. Ann-Sofi Sidén tem uma extensa obra, não raro difícil de classificar em gêneros delimitados. Erik Bünger é artista, compositor e escritor. Seus interesses em arte incluem, de modo particular, a recepção da obra pelo espectador.

As instalações urbanas que estão despertando a atenção do público em Curitiba também contam com a marca da Suécia. A obra "Turn off the world", composta por um poste elétrico de ponta cabeça, instalado em frente ao MON, é de autoria de David Svensson. O artista acrescenta um traço que é sua frequente marca: o inusitado, o incomum, aquilo que está fora do lugar e que, exatamente por isso, põe em evidência um dos traços requeridos de toda grande arte: sua capacidade de interromper o fluxo da percepção, a que já se acostumou.

Outra obra de origem sueca é "All in one one in all", de  Gunilla Klingberg. O trabalho de intervenção urbana está instalado no calçadão da Rua XV de Novembro. A artista deseja que esses grandes globos perenes, situados não sob os pés dos passantes, mas sobre suas cabeças, os guiem como estrelas próximas, quase ao alcance das mãos.


Ônibus recebem bordados gigantes em obra da Bienal Internacional de Curitiba




A obra já está circulando pela cidade. Foto: Paulo Paitax

Os ônibus de Curitiba se transformaram em verdadeiras obras de arte. Isso porque Regina Silveira, uma das artistas da Bienal Internacional de Curitiba 2013, revestiu alguns veículos do transporte público com bordados gigantes. O projeto "Casulos", em circulação pelo trânsito da cidade, interage com pedestres, ciclistas e motoristas, levando arte literalmente para as ruas.

A intervenção pretende modificar temporariamente os modos de perceber e experimentar os veículos que são de uso comum da população. "Como uma empresa que acredita e investe na cultura como instrumento de desenvolvimento e transformação das pessoas, é um orgulho vermos os ônibus da marca inspirando e disseminando arte à população", afirma a responsável por projetos institucionais da Volvo, Anaelse Oliveira.

A obra está circulando em ônibus biarticulados da linha Santa Cândida - Capão Raso, Circular Centro e na Estação Tubo Museu Oscar Niemeyer. Na proposta, a artista retoma um de seus temas recorrentes, o do bordado, meio de expressão habitualmente considerado "feminino" e que a artista, num movimento contrário à tendência politicamente correta, reivindica exatamente como "arte de mulher". Inclui, no entanto, novos aspectos. À primeira vista, a obra causa uma sensação de surpresa, inserindo algo visualmente delicado em grandes veículos da paisagem urbana.

Regina Silveira já realizou obras nas ruas de Madrid (Espanha), Taipei (Taiwan), Montreal (Canadá) entre outras cidades do mundo. Suas exposições já passaram pelo Guggenheim Museum (Nova York, Estados Unidos), Bienal de São Paulo, Centro Cultural Recoleta (Buenos Aires, Argentina), Ottawa Art Gallery (Canadá), Triennale-Índia, Fundación Juan Miró (Barcelona, Espanha) e Bienal de Tóquio (Japão).

Sobre a Volvo

A Volvo é uma das principais empresas do setor de transporte no Brasil. A companhia tem duas plantas fabris no país, uma em Curitiba, cidade sede do Grupo Volvo na América Latina, onde produz caminhões e ônibus, e uma em Pederneiras, onde são produzidos equipamentos de construção e mineração.

Dentro de sua política de responsabilidade social, Volvo desenvolve uma série de atividades e programas educacionais, sociais e culturais. A empresa é uma das principais apoiadoras da Cultura no país e, mais uma vez, apoia a Bienal Internacional de Curitiba.

Serviço:

Bienal Internacional de Curitiba 2013
Data: 31 de agosto a 1º de dezembro
Local: Curitiba - PR
Ingresso: Gratuito


Bibliotecas paranaenses recebem publicações da Bienal Internacional de Curitiba




Foto: Rodrigo Cardoso

A partir deste mês, as publicações da Bienal Internacional de Curitiba 2013 estarão disponíveis nas bibliotecas que integram o Sistema Estadual de Bibliotecas Públicas do Paraná. No dia 13 de novembro (quarta-feira), será realizada a solenidade de doação na Biblioteca Pública do Paraná, a partir das 14h30. O evento contará com a presença do Secretario de Estado da Cultura do Governo do Paraná, Paulino Viapiana.

As bibliotecas públicas paranaenses irão receber exemplares antologia poética "Fantasma Civil", além de exemplares do guia, catálogo geral e catálogo de cinema da Bienal Internacional de Curitiba 2013, entre outras publicações de arte.

 


Foto: Flávia Bianchi

A antologia poética "Fantasma Civil" integra as ações de literatura da Bienal. O livro reúne 42 poemas de autores brasileiros que mantêm alguma afinidade com a capital paranaense. Com projeto gráfico da artista visual Eliana Borges, a publicação é composta de folhas soltas acondicionadas em uma caixa. Cada página traz impressa, além do poema, a imagem que este menciona.

A antologia também estará disponível nas Tubotecas, as pequenas bibliotecas que funcionam dentro de Estações Tubo de Curitiba.

Poetas participantes da antologia

Adalberto Müller, Ademir Demarchi, Afonso José Afonso, Alexandre França, Alice Ruiz, Amarildo Anzolin, Andréia Carvalho, Anísio Homem, Bárbara Lia, Bianca Lafroy, Bruno Costa, Camila Vardarac, Carlos Careqa, Cristiane Bouger, Édson De Vulcanis, Emerson Pereti, Estrela Ruiz Leminski, Fernando José Karl, Greta Benitez, Hamilton Faria, Helena Kolody, Homero Gomes, Ivan Justen Santana, Josely Vianna Baptista, Leonarda Glück, Lindsey R. Lagni, Luci Collin, Marcelo De Angelis, Marcelo Sandmann, Marcos Prado, Marília Kubota, Mario Domingues, Paulo Leminski, Priscila Merizzio, Ricardo Pedrosa Alves, Roberto Prado, Roosevelt Rocha, Sabrina Lopes, Sérgio Viralobos, Vanessa C. Rodrigues, Wilson Bueno e Zeca Corrêa Leite.

Serviço:

Solenidade de doação de publicações da Bienal de Curitiba

Data: 13 de novembro

Local: Biblioteca Pública do Paraná (Cândido Lopes, 133)

Horário: 14h30

Tel.: (41) 3221-4900

Ingresso: Gratuito


Após reestruturação, obra "Wasserhaus" pode ser visitada a partir da próxima segunda -feira (24)




"Wasserhaus", de Heinz Mack. Foto: Rodrigo Cardoso

A obra de arte urbana "Wasserhaus" (Casa de Água, em livre tradução), do artista alemão Heinz Mack, inaugurada no dia 24 de outubro, está passando por uma reestruturação. A instalação, localizada em frente à Prefeitura de Curitiba, está fechada por tapumes para a reconstrução. A partir da próxima segunda-feira, 11 de novembro, a obra estará disponível para visitação novamente.

A instalação é um grande prisma feito de vidro e água. A obra translúcida de Heinz Mack possui forte apelo visual. O artista alemão é apontado como um dos grandes mestres da arte pública contemporânea, conhecido por suas obras cinéticas e esculturas em materiais como mármore, vidro e metal.


Carioca Micheline Torres traz dança contemporânea à Bienal neste sábado




Espetáculo será apresentado pela primeira vez em Curitiba

No dia 9 de novembro, a partir das 18h, a Casa Hoffmann recebe a bailarina, coreógrafa e performer carioca Micheline Torres que apresenta o espetáculo de dança contemporânea "A Seguir". O evento faz parte da programação da Bienal Internacional de Curitiba 2013 na Virada Cultural.

Os trabalhos da artista situam-se entre a dança contemporânea, a performance e as artes visuais. "A Seguir" mostra um personagem em árdua negociação entre estar sozinho e acompanhado, com dinheiro e sem dinheiro, em todo tipo de contexto econômico, político e cultural. A partir daí, diversos questionamentos dão origem a uma pequena aventura dançada em um mar de possibilidades.

Este espetáculo, que vem pela primeira vez a Curitiba, recebeu o prêmio Rumos Dança do Itaú Cultural 2012-2014. "A Seguir" é a quarta obra do projeto "Meu corpo é minha política" contemplado no programa Funarte Klauss Vianna de Dança (2009 e 2011), FADA 2012 e Circuito Estadual das Artes 2012 e 2013. "Meu corpo é minha política" vem sendo desenvolvido desde 2007 através de encontros, colaborações e deslocamentos geográficos pelo mundo.

Micheline Torres estudou Artes Cênicas (UNIRIO) e Filosofia (UFRJ) já participou de projetos de residência no Centre National de la Danse (Paris) e NRW/TanzHaus Dusseldorf (Alemanha). Seus trabalhos já circularam por 18 cidades do Brasil, além de oito países.

Ficha Técnica: "A Seguir"
Concepção, direção, texto, dramaturgia e interpretação: Micheline Torres
Colaboração artística e ensaiadora: Marcelle Sampaio
Colaboração dramatúrgica: Marcia Zanelatto
Concepção audiovisual: Juliano Gomes
Trilha Sonora Original: Marcio MM Meirelles
Luz: Renato Machado
Preparação Corporal: Sylvia Barreto (ballet clássico) e Orlando Cani (yoga)
Realização: Um Mar de Possibilidades Produções Artísticas

Itaú Unibanco
O Itaú Unibanco apoia as artes visuais no país e reconhece a cultura como elemento fundamental na formação de uma sociedade mais crítica. Com o Instituto Itaú Cultural, busca inspirar e ser inspirado pela sensibilidade e pela criatividade para gerar experiências transformadoras no mundo da arte e da cultura brasileiras. Dessa forma, também incentiva o Festival de Teatro de Curitiba, o Festival de Dança de Joinville, Festa Literária Internacional de Paraty, entre outros.

Serviço:
"A Seguir", espetáculo de dança de Micheline Torres
Data: 9 de novembro
Horário: 18h
Local: Casa Hoffmann (Rua Claudino dos Santos, 58 - Largo da Ordem)
Tel.: (41) 3321-3228
Ingresso: Gratuito


Bienal de Curitiba realiza bate-papo sobre jornalismo cultural na UFPR




Isadora Rupp (à esquerda) e Leonor Amarante (à direita) integrarão a mesa-redonda

No dia 7 de novembro (quinta-feira), às 10h, as jornalistas Leonor Amarante e Isadora Rupp irão participar de uma mesa redonda sobre Jornalismo Cultural, no Departamento de Comunicação da UFPR. O evento, promovido pela Bienal Internacional de Curitiba 2013, é um convite à reflexão sobre a cobertura da cultura em jornais e revistas.

Leonor Amarante é jornalista, crítica de arte, pesquisadora e curadora. Trabalhou na revista Veja e no jornal O Estado de S. Paulo. Atualmente é editora das revistas ARTE!Brasileiros e Memorial. É autora do livro "As Bienais de São Paulo" e participou da curadoria da 5ª Bienal Internacional de Curitiba.

Isadora Rupp é jornalista formada pela Universidade Positivo e atualmente cursa especialização em Jornalismo Literário pela Academia Brasileira de Jornalismo Literário (ABJL). Trabalha como repórter e colunista no Caderno G, da Gazeta do Povo. Suas áreas de cobertura são as artes visuais, políticas públicas, literatura, cinema e música.

Serviço:

Bate-papo sobre jornalismo cultural, com Leonor Amarante (ARTE!Brasileiros e Memorial) e Isadora Rupp (Gazeta do Povo)

Data: 7 de novembro, quinta-feira

Horário: 10h

Local: Auditório do Departamento de Comunicação da UFPR - Rua Bom Jesus, 650 - Térreo - Juvevê

Entrada: Gratuita