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Helga Griffiths

ARTISTA

Helga Griffiths

Helga Griffiths instala seu trabalho sobre o tripé arte-ciência-natureza. A alusão aos modelos científicos de investigação da natureza são visíveis no tipo de objeto-suporte  por ela utilizado (provetas, pratos petri) e nas imagens metafóricas construídas. Sua instalação é uma representação do código DNA que, diz a artista, replica sua estrutura genética, a informação mais irredutível que alguém pode ter sobre si mesmo, a mais objetiva. Com isso, a artista oferece-se ao espectador como um texto legível; nos termos da história da arte, faz de si mesma um autorretrato – quase literalmente, um nu. Um nu contemporâneo.

Teixeira Coelho | Curador

Uma artista multi-sensorial que mora na Alemanha, Helga Griffiths trabalha na intersecção de ciência e artes. Recebeu diversos prêmios como o Kunst auf Zeit, em Graz e uma Menção Honrável na International Paper Biennial, em Düren. Seu trabalho está em coleções permanentes, tanto na TBA TV Station, em Tokyo, na Deutsches Hygienemuseum, em Dresden, quanto no Leopold-Hoesch-Museum, em Düren, na Alemanha. Ela tem exposto suas instalações multi-sensoriais em diversas bienais internacionais, como a Bienal do Cairo, a Trienal de Artes Echigo Tsumari, no Japão, a Bienal de Havana e a Seoul Media Art Biennial. Um retrato do seu trabalho foi publicado na Kunstforum International Magazine. Helga também ganhou o First Prize, no Lightroutes Festival em Lüdenscheid. Sua instalação na Bienal de Curitiba é uma representação do código DNA que, segundo a artista, replica através da luz sua estrutura genética, a informação mais irredutível que alguém pode ter de si mesmo.

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