POST - Fila no MON
08 12 15
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Bienal de Curitiba registra sucesso de público e tem programação estendida

Curitiba, dezembro de 2015 – Pelas enormes filas aos finais de semana desde outubro já era possível perceber que o Museu Oscar Niemeyer guardava algo grande. Nos últimos dois meses, a Bienal Internacional de Curitiba iluminou a capital paranaense com arte dos quatro cantos do planeta, incluindo o Museu Oscar Niemeyer, o MON, que recebeu o artista homenageado franco-argentino Julio Le Parc, além de outros grandes nomes da arte contemporânea mundial. Após a enorme procura do público, a organização do evento decidiu estender duas exposições até o dia 14 de fevereiro.

 

Com obras que refletem o conceito da Luz do Mundo e que permitem aproximação, interação e imersão em luzes e sombras, o MON traz pela primeira vez nomes de destaque como Alexander Kluge (Alemanha), Carlo Bernardini (Itália), Davide Boriani (Itália), Eliane Prolik (Curitiba), Helga Griffths (Alemanha), Jeongmoon Choi (Coreia do Sul), Lars Nilsson (Suécia), Regina Silveira (Brasil), Shirin Neshat (Irã) e Yumi Kori (Japão), além de Julio LeParc (França). Para a organização, a reunião desses artistas é um dos motivos para o sucesso da Bienal 2015. “A Bienal vem crescendo a cada edição e podemos perceber isso tanto pelo número de artistas com obras expostas quanto pela receptividade e participação do público. Já estamos comemorando a edição de 2015 como um grande sucesso”, celebra Luiz Ernesto Pereira, diretor da Bienal.

 

Além do MON, o Museu de Arte Contemporânea também tem a sua programação estendida. A exposição Luz Versus Luz, que reúne nomes expoentes de diversos países da América Latina e tem curadoria assinada pela crítica de arte Adriana Almada, explora obras que transitam por variados desdobramentos da luz. “Luz versus luz, estas três palavras juntas dão o título a um poema de Paulo Leminski escolhido para nomear esta exposição que trata de luz como imagem, conceito e experiência”, explica a curadora Adriana Almada.

 

Os artistas convidados para a exposição no MAC são Alejandra Mastro (Argentina-Guatemala), Alfi Vivern (Argentina-Brasil), André Azevedo (Brasil), Carina Weidle (Brasil), Carlos Huffmann (Argentina), Claudio Álvarez (Argentina-Brasil), Constance Pinheiro (Brasil), Daniel Mallorquín (Paraguay), Eduardo Aguiar (Brasil), Francis Naranjo (Islas Canarias), Guita Soifer (Brasil), Gonzalo Ivo (Brasil), Joaquín Sánchez (Bolivia), Jorge González Lohse (Chile), José Antonio de Lima (Brasil), Liliana Zapata (Bolivia), Manuel Chavajay (Guatemala),Marcelo Moscheta (Brasil), Matilde Marín (Argentina), Paulo Leminski (Brasil), Ramón Esono Ebalé (Guinea Ecuatorial), Rogério Ghomes (Brasil) e Vilma Slomp (Brasil).

 

Com curadoria de Ana Gonzalez, a exposição no Museu da Gravura, localizado no Solar do Barão, também teve o prazo final prorrogado. Os artistas em exposição são Ida Hannemann de Campos, Henrique Martins, Juliana Kulinski e obras do Núcleo de Artes Visuais SESI/PR.

 

Além dos espaços expositivos, a Bienal leva a arte de Regina Silveira para as ruas de Curitiba. A obra Vagaluz consiste na projeção da palavra “luz” em 60 idiomas na fachada de diversos prédios da cidade até 14 de fevereiro.

Legado para Curitiba

Ainda que a luz seja etérea, artistas que passaram pela Bienal 2015 optaram por presentear a cidade para perpetuar a arte. É o caso de Tom14, artista plástico que levou cores à rodoferroviária com intervenções feitas em parceria com o programa Tudo de Cor Para você das Tintas Coral. O artista natural de Cascavel Cesar Ferreira presentou Curitiba com uma bicicleta gigante, 50% confeccionada com materiais recicláveis que, segundo Ferreira, representa a luz das ideias novas, que conscientizam e direcionam a mente, estimulando a mobilidade urbana e a sustentabilidade.

 

Sobre a Bienal

A Bienal Internacional de Curitiba completa 22 anos em 2015 e se consolida como um dos eventos mais importantes do circuito mundial. Nesta edição, a Bienal prioriza a arte que vai para as ruas, com ações que não se restringem aos museus, centros culturais e galerias, mas que ganham o espaço urbano. Tem curadoria geral do crítico de arte Teixeira Coelho e traz obras de artistas dos cinco continentes em mais de 100 espaços da cidade. Toda a programação é gratuita, exceto pelas exposições no Museu Oscar Niemeyer que segue as tarifas do museu (R$ 9 e R$4,50).

 

Patrocínio

O Ministério da Cultura apresenta a Bienal Internacional de Curitiba 2015, realizada por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura do Ministério da Cultura (Lei Rouanet). Esta edição conta com o patrocínio master da UEG Araucária e patrocínio do BNDES, Petrobras, Sanepar, Copel, Scania e BRDE. Tem copatrocínio da Barigui Financeira, Sesi FIEP, Monreal Construtora, Pátio Batel e URBS. Tem o apoio da APAP-PR e Tintas Coral. O apoio internacional da Fundação Japão, Consulado Geral do Japão, Embaixada da Argentina, Consulado da Argentina em Curitiba, Prefeitura de Columbus, Prefeitura de Cracóvia, Embaixada da Itália, Consulado Geral da Itália em Curitiba, Instituto Italiano de Cultura de São Paulo, Centro Cultural Coreano no Brasil, Consulado Geral da República da Coréia, Embaixada do México, Embaixada da Suécia, Wichita State University, Fulbright, Consulado de Israel em São Paulo, Goethe Institut.

 

Promoção

A Bienal é uma promoção da RPC TV e do jornal Gazeta do Povo.

 

Serviço:

Bienal Internacional de Curitiba 2015 no MON e MAC

Data: até 14 de fevereiro de 2016

Local: Curitiba − PR

Redes sociais: Facebook, Twitter, Instagram e Youtube

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