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BRANCO SOBRE BRANCO ESPAÇOS E ARTISTAS
18 08 15
Educativo

World light – a look through education

“O universo da arte caracteriza um tipo particular de conhecimento que o ser humano produz a partir das perguntas fundamentais que desde sempre se fez com relação ao seu lugar no mundo”.(1) Mas, que tipo de conhecimento caracteriza a arte? Que contribuição traz para a educação do ser humano?”

A arte propicia o desenvolvimento da sensibilidade, da percepção, da reflexão e da imaginação. Não só enaltece a vida de cada indivíduo mas possibilita a existência social autêntica. “A arte não representa ou reflete a realidade, ela é realidade percebida de um outro Cada obra de arte é, ao mesmo tempo, um produto cultural de uma determinada época e uma criação singular da imaginação humana. Por isso é importante que as pessoas tenham acesso a experiências diante dessas obras.

As obras iluminam o espectador e são iluminadas por ele.

Diante das obras de arte, não se faz necessário explicações e orientações descritivas. Basta apenas apreciar. A palavra vem depois. O olhar que vê, que explora, que se emociona, que reflete, torna o ser humano mais próximo do conhecimento, mais aberto ao diferente, mais aceitador do outro.

“Quando falamos demais corremos o risco de destruir a visão interior e reduzi-la a tagarelice objetiva. Nós temos que preservar a capacidade de admiração”. (3)

Poderia se dizer que a arte é a luz do mundo, por meio da qual o homem encontra um sentido à vida, se permitindo vivenciar as sensações e emoções que ela pode proporcionar. A primeira consideração a fazer quando refletimos sobre luz é a fonte de energia da qual ela se origina:

“E Deus disse:  — Faça-se a luz!

E Deus viu a luz, que era boa;

e Deus separou a luz das trevas.

E Deus chamou a luz de dia e

E a tarde e a manhã foram do 1º dia.”

Assim feito, quando o homem apareceu se deslumbrou. E continua sempre se deslumbrando. Chegou ao refinamento das maravilhas tecnológicas, mas sempre se emocionando a partir da luz. “Formas, volumes, beleza, dramaticidade, tudo depende da

luz.”(5) É ela que dá vida às coisas inanimadas, nos transmitindo emoção.

Desde o início da humanidade, a luz foi importante como fonte de vida. Nos tempos hodiernos a luz artificial une-se à natural para tornar mais fácil e produtiva a permanência do Segundo Fayga Ostrower, “a presença da luz é significativa para o conteúdo expressivo das obras de um artista e para sua própria personalidade.” (4)

É notável a presença da luz nas obras de todos os artistas, mesmo não sendo representada na forma de sol, lua, lâmpada, vela, mas sim, através da cor, porque a cor é a luz refletida.

Até o século XX, a luz apareceu sempre como uma espécie de instrumento catalisador de obra de arte, nunca seu elemento principal. Depois disto o caminho se abre para uma sucessão de obras feitas quase que exclusivamente com ou pela luz. A luz é um dos materiais presentes na arte contemporânea, isto é, passa a ser ao mesmo tempo sujeito e objeto da criação.

A luz é um meio de ativar diretamente a percepção e ao usar elemento tão rotineiro, as obras permitem a aproximação de um público que não possui familiaridade com a arte, além dos outros sentidos que entram em função na apreciação das obras .

Hoje, estão evidentes as mudanças oferecidas à nossa visão com novas tecnologias e redescoberta de outras possibilidades de visualidade, incluindo o movimento múltiplo do olhar. A sociedade contemporânea , com isso, traz inúmeras oportunidades no campo das imagens, que às vezes, por mais estranhas que possam parecer, ainda exploram muito dos mesmos temas e ideias que as pinturas sempre abordaram. “Não se pode mais separar completamente os produtos da ciência dos da arte uma vez que eles interagem e se complementam.(6)

Como mediadores devemos possibilitar experiências com a beleza que nos dá simultaneamente, um sentimento de alegria e um sentimento de paz, tendo o cuidado de não abusar da linguagem discursiva. “É por isso que, quando nos encontramos perante uma

imagem da beleza instintivamente permanecemos silenciosos.” (7)

(1, 2) Parâmetros Curriculares Nacionais. MEC.1997

(3, 7) Minha busca da beleza. Rollo May. Editora Vozes

(4) Universos da Arte. Fayga Ostrower. Editora Campus

(5) Making off – Revelações sobre o dia-a dia da fotografia. Newton Cesar & Marco Piovan. Editora

(6) Revista Digital Art&

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