Bienal de Curitiba é indicada a prêmio da Associação Brasileira de Críticos de Arte

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Com grande honra e alegria, a Bienal de Curitiba anuncia que é indicada para o Prêmio Rodrigo Mello Franco de Andrade 2018, da Associação Brasileira de Críticos de Arte (ABCA).  O prêmio homenageia uma instituição pela programação e atividade no campo da arte. Os demais indicados ao prêmio nesta categoria são a Usina de Artes de Pernambuco e o Museu Brasileiro da Escultura e Ecologia.

O anúncio dos vencedores será feito no dia 18 de abril de 2018 e a entrega da premiação será no dia 22 de abril. Segundo informações divulgadas pela ABCA, os selecionados são escolhidos a partir das indicações que cada um dos 150 associados da entidade  envia para validação em uma assembléia geral. A premiação foi criada em 1978 com foco exclusivo para as artes visuais, em dez diferentes categorias. A lista completa de categorias e indicados você pode conferir abaixo.

 

 

Todas as indicações:

– Prêmio Gonzaga Duque (crítico associado pela atuação durante o ano):
Cauê Alves
José Armando Pereira da Silva
Luiz Camillo Osório

 

– Prêmio Sérgio Milliet (crítico por pesquisa publicada):

Fernando Cocchiarale, André Severo e Marilia Panitz – Artes Visuais, Coleção Ensaios Brasileiros Contemporâneos, São Paulo, Edição Funarte, 2017

Mario Ramiro – 3nós3: Intervenções Urbanas, São Paulo, Editora Ubu, 2017

Diego de Matos e Guilherme Wisnik – Cildo estudos, espaços, tempo, São Paulo, Editora Ubu, 2017

 

– Prêmio Mario Pedrosa (artista contemporâneo):
Bruno Faria
Rivane Neuenschwander
Rosana Paulino

 

– Prêmio Ciccillo Matarazzo (personalidade atuante no meio artístico):
João Figueiredo Ferraz
João Moreira Salles
Pedro Mastrobuono

 

– Prêmio Mário de Andrade (crítico de arte pela trajetória – filiado ou não):
Icleia Cattani
Lígia Canongia
Moacir dos Anjos

 

– Prêmio Clarival do Prado Valladares (artista pela trajetória):
Anna Maria Maiolino
Carmela Gross
Nicolas Vlavianos

 

– Prêmio Maria Eugênia Franco (curadoria pela exposição):

Gabriel Pérez-Barreiro e Michelle Sommer, curadores da exposição Mario Pedrosa – De la naturaleza afectiva de la forma, Museo Reina Sofía, Madri, 2017

Joana D’Arc pela curadoria da mostra Daniel Santiago em dois tempos, MAMAM, Recife, 2017

Regina Teixeira de Barros pela curadoria de Anita Malfatti: 100 anos de arte moderna, MAM, São Paulo, 2017

 

– Prêmio Rodrigo Mello Franco de Andrade (instituição pela programação e atividade no campo da arte):

Bienal Internacional de Curitiba
Museu Brasileiro da Escultura e Ecologia
Usina de Arte de Pernambuco

 

– Prêmio Paulo Mendes de Almeida (melhor exposição):

Amélia Toledo – Lembrei que esqueciapresentada no Centro Cultural Banco do Brasil, São Paulo, 2017

Histórias da sexualidadeno Museu de Arte de São Paulo, MASP, 2017

Levantesapresentada no SESC Pinheiros, São Paulo, 2017

 

– Prêmio Antônio Bento (difusão das artes visuais na mídia):
Revista Continente
Revista Dasartes
Rádio USP

 

 

História da Associação

A ABCA, criada em 1949, é a mais antiga associação brasileira de profissionais das artes visuais. Sua fundação, no Rio de Janeiro, foi liderada pelos críticos Sérgio Millet (primeiro presidente), Mário Barata, Antonio Bento e Mário Pedrosa, entre outros. Atualmente, a Associação é presidida por Maria Amélia Bulhões. Sua proposta é reunir os críticos, incluindo os profissionais da crítica de arte, pesquisadores, historiadores, teóricos, ensaístas, jornalistas, jornalistas culturais e professores de história da arte e de estética, brasileiros ou domiciliados no Brasil.

 

Sobre a Bienal de Curitiba

A Bienal Internacional de Arte Contemporânea de Curitiba é reconhecida como o maior evento de arte contemporânea da América do Sul e um dos principais eventos do circuito mundial de arte. A edição de 2017 contou com a participação de 435 artistas de 43 países, ocupando mais de 100 espaços culturais da cidade de Curitiba. Com o título “Antípodas – Diverso e Reverso”, homenageou a produção contemporânea de artistas da China e recebeu mais de 1 milhão de visitantes. Em 2018 a Bienal celebra 25 anos da realização de sua primeira edição (1993) e, além de ser realizada em Curitiba, expande suas fronteiras levando sua programação até outras cidades do Brasil e da América do Sul.