Tício Escobar

É curador, professor, crítico de arte, promotor cultural e diretor do Museu de Arte Indígena do Centro de Artes Visuais, em Assunção, no Paraguai. De 1991 a 1996, foi Diretor de Cultura do município de Assunção. É presidente do Capítulo Paraguayo de la Asociación Internacional de Críticos de Arte. Também é membro do Conselho de Doutorado em Filosofia, na área de Estética e Teoria da Arte da Universidade do Chile. Publicou vários títulos sobre arte paraguaia e latino-americana. Entre suas distinções, vale ressaltar a última: o Prêmio Bartolomé de las Casas, recebido dos Príncipes de Astúrias e outorgado ex aequo pela Casa da América, em Madri, por suas contribuições para o desenvolvimento da cultura indígena. Entre seus livros publicados individualmente destacam-se: Una interpretación de las artes visuales en el Paraguay, dois volumes, da Colección de las Américas, Assunção (1982; 1984); El mito del arte y el mito del pueblo, da RP edições e Museu do Barro, Assunção (1986); Misión: etnocidio, da Comissão de Solidariedade aos Povos Indígenas, Assunção (1988); Textos varios sobre Cultura, Transición y Modernidad, da Agência Espanhola de Cooperação Internacional, Assunção (1992); La belleza de los otros – arte indígena del Paraguay, da RP e Museu do Barro, Assunção (1993); Sobre Cultura y Mercosur, da Editora Dom Bosco/Ñandutí vive, Assunção (1995); El arte en los tiempos globales, da Editora Dom Bosco, Assunção (1997); La maldición de Nemur. Acerca del arte, el mito y el ritual de los indígenas Ishir del Gran Chaco Paraguayo, do Centro de Artes Visuais – Museu do Barro, Assunção (1999); El arte fuera de sí, do Centro de Artes Visuais – Museu do Barro, Fondec, Assunção (2004).