Joachim k. Silué na Bienal de Curitiba

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Joachim Silué participou da Bienal de Curitiba sob curadoria de Massimo Scaringella, na mostra Antítese Imagens Síntese que esteve presente no MON e no Memorial de Curitiba. Nas palavra de Tício Escobar,  essa “exposição usa como referência a dialética hegeliana para trabalhar a pluralidade de posições de artistas contemporâneos que mobilizam ações e pensamentos a partir de energias criadoras e memórias diferentes”.

Em suas obras, o marfinense, radicado na Itália, usa materiais reciclados e de uso cotidiano em suas obras. Estes retornam sua memória do passado para descrever os transtornos da nossa sociedade moderna.  Assim como destaca  Tício Escobar, aqui vemos um exemplo  em que  “o componente conceitual como o poético atravessam as propostas de grandes questões contemporâneas, como a percepção estética, a memória, o conflito realidade vs. ficção e o papel da técnica no cotidiano e na produção da obra.”

 

Census the universe to know, not to destroy 

 

 

Os trabalhos deste projeto artístico baseiam-se na reciclagem de resíduos, mas também ao dar uma nova identidade à matéria-prima, criando uma pintura material de pesquisa experimental pessoal.
Nesta série, composta por (20) obras de formato de 14,5 x 15 cm, o artista utiliza uma base de papel reciclado, tinta preta e colagem.

 

 

Título: Census the universe to know, not to destroy. Ano: 2017.  Técnica: Mídia mista em papelão reciclado. Dimensões:  14.5 x 15 cm

Título: Census the universe to know, not to destroy. Ano: 2017.  Técnica: Mídia mista em papelão reciclado. Dimensões:  14.5 x 15 cm

 

 

Título: Census the universe to know, not to destroy. Ano: 2017.  Técnica: Mídia mista em papelão reciclado. Dimensões:  14.5 x 15 cm

 

 

 

Doação de obras para a Bienal de Curitiba

 

Joachim Silue,  pintor, escultor e designer, participou da  Bienal de Curitiba ’17,  representando  a Costa do Marfim  (Code d’Ivoire), sob curadoria de  Massimo Scaringella. Das 20 obras expostas na ocasião, nove (9) obras foram doadas à Bienal de Curitiba e para o patrimônio artístico na cidade de Curitiba.

 

 

Título: Census the universe to know, not to destroy
Ano: 2017
Técnica: Mídia mista em papelão reciclado.
Dimensões:  14.5 x 15 cm

 

Registro do Facebook do artista

 

Joachim Silué em Curitiba

 

Registros do Facebook do artista

 

O artista esteve presente em vários eventos da Bienal durante sua passagem pela cidade, como a inauguração exposição  “Aqui e Lá”, na da Zuleika Bisacchi Galeria de Arte. A mostra teve objetivo de levar ao público obras de artistas com raízes orientais,  atuantes e residentes no Paraná.


Os artistas Jairo Valdati, Marco Bolognesi (Itália), Hannu Palosuo (Finlândia), Maria Luiza Kozicki, Joachim Silué (Costa do Marfim/Itália), a galerista Zuleika Bisacchi, os artistas Stevens Vaughn (Estados Unidos/China) e o curador Massimo Scaringella (Itália). Foto: Marcelo Elias.


Zuleika Bisacchi com os artistas Sandra Hiromoto e Joachim Silué. Foto: Marcelo Elias.

 

Sobre o artista

 

 

How & What.
Texto extraído de seu site 

Muitos trabalhos tentam escapar de sua própria interpretação para se referir a si mesmos, mas sem dúvida, outros se envolvem em seus esboços e na humanidade, estabelecendo uma nova relação entre eles e o trabalho produzido. Os elementos, que parecem ser montados ou gerados em suas obras, não expressam o espaço, mas uma concentração na reflexão.

Às vezes – como toda expressão artística – é uma forma de exorcizar, um esforço desesperado para descobrir, apropriar o mundo.

Silué revela que essas duas concepções não podem ser exclusivas, muito menos paralelas. Seu ponto de partida é a rotina, mas também a memória de seu passado; No entanto, ele não tenta recriar com precisão a realidade ostensiva, mas ele se empurra até descobrir a arquitetura física escondida em si mesma.

O artista adota esse método para suas criações, capturando o que chamamos de jargão, “vida morta”: no entanto, olhando para essas obras, é difícil pensar em algo mais ativo, de modo mais animado, mais material. Tudo isso prova uma emoção dos sentidos e da visão. Os seus mordos, as madeiras recicladas, os fios, os espelhos quebrados, os elementos do dia-a-dia quase o lixo, aparentemente as armas de brinquedo são uma explosão de toque e material: fortalecem as formas e as cores. Onde a centralidade do objeto é reforçada pelas costas branca e negra que destaca a presença narrativa.

Com o negro, ele nos informa sobre a entrada em um túnel sem esperança, onde a fragmentação dos espelhos reflete reflexos fracos quanto a encontrar uma rota de fuga. Enquanto o branco tenta dar uma redenção para um novo futuro, mesmo que seja incerto.

 

Biografia 

Kagnédjatou Joachim Silue ‘nascido em 1972 em Abidjan (Costa do Marfim). Grau de Artes Visuais Academia de Belas Artes em Bolonha. Grau de ciência e grau de topografia. Pintor, escultor, designer com várias publicações editoriais. Vive e trabalha em Modena (Itália). 2017 – “Os Sucos do Tempo”, Pavilhão da Costa do Marfim, na 57ª Exposição Internacional de Arte – Bienal de Veneza 2017. Comissária Yacouba Konaté, Curadora Massimo Scaringella. 2015 – “Programa Mundial de Alimentos EXPO Milano 2015”, Pavilhão da Costa do Marfim com curadoria do Instituto de Cultura, – “Contrasts and Utopias” 4ª edição Bienal do fim do mundo 2014/2015, em 2005, na exposição “informale”, curado por Luca Massimo Barbero.

 

 

Para saber mais sobre o artista, acesse o site de Silué

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