Taiji Terasaki na Bienal de Curitiba

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“Between Two Cultures, Hawaii 2017”

Nas palavras do Curador  da exposição ‘Antítese Imagens Síntese’, Massimo Scaringella, “Taiji Terasaki faz uma investigação incansável, partindo de uma observação viva e cuidadosa da natureza”.

 

 

 

“Tea – Vapor, Variation 2” é da série intitulada “Between Two Cultures, Hawaii 2017.” Explora o ritual e a cerimônia. Há uma abundante essência espiritual inerente nas cerimônias tradicionais – especialmente o Havaí, uma vez que é rico em práticas diversificadas de uma variedade de culturas no mundo. Representado na foto é a Cerimônia do chá japonês. Como em todo o meu trabalho, as imagens projetadas sobre o vapor significam outra realidade do cotidiano. ⠀

“Kava – Vapor, Variation 3”⠀ Paper size – 60”W x 44”H⠀ Digital Photo⠀ 2017 USA⠀via  @taijiterasaki

 

 

“Tea – Vapor, Variation 4”⠀ Paper size – 60”W x 44”H⠀ Digital Photograph. 2017, USA
⠀via  @taijiterasaki

 

 

⠀ “Tea – Vapor, Variation 2” . Paper size – 60”W x 44”H⠀ Digital Photograph. 2017, USA. via  @taijiterasaki

 

 

 

“Between Two Cultures, Hawaii 2017”.⠀ “Tea – Vapor Variation 1” . Paper size – 48”H x 48”W.  Digital Photograph. 2017, USA⠀via  @taijiterasaki

 

O artista teve suas obras expostas no Memorial de Curitiba.

 

“Tea – Vapor, Variation 3”. Paper size 60”W x 44”H. Digital Photograph. 2017, USA. via  @taijiterasaki

 

 

 

Memorial de Curitiba

 

Memorial de Curitiba

 

 

 

Antítese Imagens Síntese

“O curador Massimo Scaringella apresenta a mostra Antítese Imagens Síntese (MON/Memorial de Curitiba). A exposição usa como referência a dialética hegeliana para trabalhar a pluralidade de posições de artistas contemporâneos que mobilizam ações e pensamentos a partir de energias criadoras e memórias diferentes. Tanto o componente conceitual como o poético atravessam as propostas de grandes questões contemporâneas, como a percepção estética, a memória, o conflito realidade vs. ficção e o papel da técnica no cotidiano e na produção da obra.” (Trecho do texto de Tício Escobar)

 

 

“Kahuna Vapor Portrait”, 2017. Fotografia. | via  @taijiterasaki

Do catálogo da Bienal de Curitiba, é um retrato de Kahuna Keli’iokalani,  tatuador havaiano que segue práticas tradicionais, reverenciadas e sagradas. Seu título é Kahuna Ka Uhi- sacerdote de tatuagem (ninguém teve esse título há 200 anos). O lado direito da imagem é o retrato de Kahuna projetado no vapor de água – capturado na câmera.

 

O artista esteve em Curitiba durante a abertura da Bienal via  @taijiterasaki

 

Biografia

Nascido em Los Angeles em 1958, vive e trabalha em Honolulu, Estados Unidos. BFA University of California, Irvine, MFA Hunter College. Trabalhou em vários campos relacionados e Fundações. Após um longo hiato – recentemente adotando a prática de fazer arte. Vidas e exposições no Havaí, incluindo exposição individual, “Alimentando os imortais”.

 

 

 

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Créditos: Claiton Biaggi