Curadores da Bienal de Curitiba 2018 | 25 anos

Miguel Briante (In memorian)

Foi curador fundador da Bienal de Curitiba durante os anos de 1993 e 1994. Escritor, jornalista, roteirista de cinema, crítico literário, pintor, curador e crítico de arte. Foi diretor geral do Centro Cultural Recoleta do Governo da Cidade de Buenos Aires, Argentina, entre os anos de 1990 e 1993; para o qual anteriormente já havia prestado assessoria na área de arte contemporânea. 

Na França, durante dois anos, cursou linguística na Sorbonne e passa a se aperfeiçoar na área de pintura e todas as manifestações de arte contemporânea. Foi chefe de redação da ARTINF – revista especializada em artes visuais. Como crítico literário e de arte, colaborou nos mais importantes diários e periódicos de Buenos Aires, como A Opinião, Panorama e a revista Vogue. Foi crítico e editor da área de artes visuais do Jornal Diário Página 12.

 

Tício Escobar

É curador, professor, crítico de arte, promotor cultural e diretor do Museu de Arte Indígena do Centro de Artes Visuais, em Assunção, no Paraguai. De 1991 a 1996, foi Diretor de Cultura do município de Assunção. É presidente do Capítulo Paraguayo de la Asociación Internacional de Críticos de Arte. Também é membro do Conselho de Doutorado em Filosofia, na área de Estética e Teoria da Arte da Universidade do Chile. Publicou vários títulos sobre arte paraguaia e latino-americana. Entre suas distinções, vale ressaltar a última: o Prêmio Bartolomé de las Casas, recebido dos Príncipes de Astúrias e outorgado ex aequo pela Casa da América, em Madri, por suas contribuições para o desenvolvimento da cultura indígena. 

A curadoria feita por Tício Escobar para esta edição da Bienal de Curitiba | 25 anos envolve as exposições “Acordos Tácitos”, e na noite de abertura, a performance “Oito Visões”, de H-AL e da Curitiba Cia de Dança e também, exposição presente no espaço cultural do Consulado do Paraguai. 

 

Tereza de Arruda

Historiadora da arte e curadora independente, vive desde 1989 entre São Paulo, Brasil, e Berlim, Alemanha, onde estudou história da arte na Universidade Freie Berlim. Curadora de diversas exibições como Ilya e Emilia Kabakov, Kunsthalle Rostock; Chiharu Shiota, SESC/São Paulo e Kunsthalle Rostock; Katharina Sieverding, Fototeca de Cuba; India Side by Side, Centro Cultural do Banco do Brasil Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília; Sigmar Polke die Editionen, MASP/São Paulo e Me Collectors Room/Berlim; InterAktionBrasilien em Sacrow, Schloß  Sacrow / Potsdam; Wang Qingsong no at Køs Museum for Kunst in Copenhagen; WANG CHENGYUN, TodayArtMuseum de Pequim; Se não neste tempo- Pintura Contemporânea Alemã com Teixeira Coelho Netto no MASP/São Paulo entre outras. Colaboradora da Bienal de Havana, Cuba, desde 1997. Co-curadora da Bienal Internacional de Curitiba em 2009, 2013, 2015 e 2017.

Nesta edição, a curadora feita por Tereza de Arruda é do artista Leonardo Kossoy. 

 

Luiz Carlos Brugnera 

Artista plástico autodidata, curador independente, participou de salões de arte oficiais nos quais recebeu mais de 40 prêmios individuais, realiza montagem de exposições. Possui obras em acervo de museus como Museu Oscar Niemeyer (PR), Museu Nacional de Belas Artes (RJ), Ministério da Cultura (DF), Fundação Nacional de Arte – Funarte (RJ), Museu Nacional de Bellas Artes (Buenos Aires), Museo De Arte Moderno De Buenos Aires (Buenos Aires), Museu D’Art Moderne de La Ville de Paris (Paris), Galeria Debret (Paris), Art Core Galerie D’Art Contemporain (Paris) Národni Galeri – National Gallery (Praga), Foundation and Center for Contemporary Arts (Praga), Camden Arts Centre (Londres), Gallery 32 (Londres), Banco do Brasil (Londres), Câmara De Comércio (Itália), BrasíliaNische Botschaft In Berlin (Berlin). Curador Oficial da Mostra Sul (Artes – Arquitetura – Design – Paisagismo).

Nesta edição, Brugnera atua como curador adjunto na exposição “Acordos Tácitos” e a performance “Oito Visões” junto com Tício Escobar. Além disso, é curador das exposições presentes na Biblioteca Pública do Paraná e na Secretaria de Estado da Cultura. 

 

Renata Azambuja

Pesquisadora, curadora independente, crítica de arte e arte-educadora. Tendo como temas centrais de sua pesquisa as relações entre arte e política, arte brasileira e fotografia contemporânea. Além disso, é licenciada em Artes Plásticas pela Universidade de Brasília, Mestre em Teoria e História da Arte Moderna e Contemporânea pelo City College/City University of New York. Suas curadorias recentes englobam “Urômelos, coelhinhos e quimeras”, no Museu Nacional, de junho a setembro de 2018; “Dragão Floresta Abundante: a aventura de Christus Nóbrega na China”, no CCBB, de novembro de 2017 a janeiro de 2018 e “Traço Suspenso: Desenhos de Mateus Gandara”, na Galeria 2/Museu Nacional. 

Na Bienal de Curitiba | 25 anos, é curadora da exposição – “Dragão Floresta Abundante: a aventura de Christus Nóbrega na China” do artista Christus Nóbrega. 

 

Flávio Carvalho 

Artista de novas mídias e curador que vive e trabalha em Curitiba, Brasil. Flávio Carvalho é formado em publicidade e trabalha com design editorial. Estudou especialização em Interdisciplinar de Artes e Ensino das Artes na Universidade Estadual do Paraná UNESPAR/FAP em 2012. Desde então, exibiu coletivamente em Berlim, Paris, Nova York, Madrid, Toronto, Curitiba, entre outras cidades. Também realizou uma exposição individual no início de 2015, uma instalação interativa em Curitiba chamada Equitam no Portão Cultural. Ainda em 2015, ele produziu e organizou uma exposição de arte eletrônica com artistas locais chamado Ohm/zero.1 em Curitiba. Recentemente, ele foi o curador da exposição Subli_me da The Wrong – New Digital Art Biennale em Curitiba. Atualmente é líder da embaixada da The Wrong – New Digital Art Biennale em Curitiba.

Nesta edição da Bienal de Curitiba, sua curadoria é materializada nas videoartes expostas nos televisores dos ônibus da rede pública de Curitiba. 

Adolfo Montejo Navas

Nasceu em Madri, Espanha, em 1954, e é pesquisador de Arte Contemporânea do Mercosul e da União Europeia há mais de 20 anos. É poeta, crítico, curador independente, tradutor e artista visual. Colaborador de diversas publicações culturais da Espanha; de Portugal; do Brasil. É correspondente no Brasil da revista de arte internacional Lápiz, de Madri, desde 1998, onde publicamente periodicamente ensaios, artigos e entrevistas. Realizou inúmeras curadorias monográficas em países do Mercosul e da União Europeia, como Ramoníana, 1991 e Elifas Andreato, 1992, ambas na Casa de Cultura-Alcobendas/Madri; Rubens Gerchman, Dupla identidade, Casa de América, Madri, 1995, (coord.); entre outras. 

Sua curadoria nesta edição comemorativa da Bienal de Curitiba é com o trabalho da artista Eliane Prolik. 

 

Massimo Scaringella

Nascido em Roma, Itália, Massimo Scaringella é curador convidado da Bienal Internacional de Curitiba. Ele é diretor e fundador da “Ars maxjer Contemporanea”, uma organização voltada para a realização e construção de espaços e projetos de arte contemporânea, e diretor da “Tres Pinos Foundation”, desde 2013. Através de sua ação profissional, ele tem agido como uma ponte entre a produção artística independente italiana e os grandes eventos de arte do mundo. Ele é o diretor artístico da quarta edição da “Bienal del Fin del Mundo”, que aconteceu na Argentina e Chile, nos anos de 2014 e 2015. Ele trabalha desde o começo dos anos 2000 na Seção de Arte Contemporânea do Ministério de Relações Estrangeiras da Itália, e foi um dos responsáveis pela realização da renomada exibição “Coleção de Arte Italiana do Século XX em Farnesina”, em Roma, Itália. 

Na Bienal de Curitiba | 25 anos, o espaço que está sob coordenadoria de Massimo Scaringella é a mostra presente no Museu de Arte de Santa Catarina.