a bienal

A Bienal Internacional de Arte Contemporânea de Curitiba nasceu em 1993. As primeiras edições do evento apresentavam uma programação expositiva com sedes em diversos espaços do Brasil, como: MASP, Museu de Assis Chateaubriand de São Paulo, Palácio Itamaraty em Brasília, Museu de Arte Contemporânea de Paraná, e também espaços de outros países como o Centro Cultural Recoleta em Buenos Aires (Argentina), entre outros, proposta que mantém até a atualidade. Em 2007, com obras relacionadas a “Narrativas Urbanas”, diversificou sua programação, incluindo performances e interferências urbanas, cursos, mesas redondas sobre arte contemporânea, e uma programação paralela de cinema e literatura.

No ano de 2009, com o título “Água Grande: Os Mapas Alterados”, a Bienal ampliou programações e circuitos educativos, com o objetivo de democratizar o acesso à cultura e a arte contemporânea, e contou com a participação de artistas de renome internacional como Marina Abramovic (Sérvia), Gary Hill (EUA), Bruce Nauman (EUA), Tony Cragg (Inglaterra), Vilma Slomp (PR/ Brasil), Nuno Ramos (SP/Brasil). Em 2011, com o título “Além da Crise”, apresentou trabalhos de artistas como Ali Kazma (Turquia), John Bock (Alemanha), Cristian Segura (Espanha), Farah Atassi (Bélgica), Felipe Scandelari (PR/Brasil), Rimon Guimarães (PR/Brasil), Neville D’Almeida (MG/Brasil). Neste ano, a Bienal de Curitiba recebeu o reconhecimento da Associação Brasileira de Críticos de Arte (ABCA) com o prêmio Destaque do Ano.

Em 2013, quando completou 20 anos de atividades, a Bienal foi consagrada como um dos mais importantes eventos de arte contemporânea do circuito mundial: artistas renomados do Brasil e do mundo, como Ai Weiwei (China), Louise Bourgeois (França), Antoni Abad (Espanha), Caio Reisewitz (SP/Brasil), Andy Hope 1930 (Alemanha), Fredi Casco (Paraguai), Luzia Simons (Ceará/Brasil), Margit Leisner (PR/Brasil), Daniel Duda (PR/Brasil), Regina Silveira (RS/Brasil), entre outros participaram desta edição, proporcionando grande sucesso de público naquele ano.

Em 2015, com o título “Luz do Mundo”, as exposições priorizaram a arte que vai para as ruas, transformando Curitiba em uma grande galeria a céu aberto, com intervenções urbanas e performances artísticas espalhadas por toda a cidade. Nesta edição, a Bienal contou com uma participação destacada de Julio Le Parc (Argentina/França), com a realização da maior exposição retrospectiva do artista já realizada na América Latina. Entre outros nomes, a Bienal apresentou em 2015 Anthony McCall (Reino Unido), Bill Viola (EUA), Lars Nilsson (Suécia), Shrin Neshat (Irã), Marcelo Moscheta (SP/Brasil), Iván Navarro (Chile), Dan Flavin (EUA), Arthur Bispo do Rosário (Sergipe/Basil), Adriana Varejão (RJ/Brasil), Alex Flemming (SP/Brasil), Ayrisson Heráclito (Bahia/Brasil), Orlando Azevedo (Portugal/Brasil), Juliana Stein (RS/Brasil), Eliane Prolik (PR/Brasil), André Azevedo (PR/Brasil), André Mendes (PR/Brasil).

Na edição 2017, teve o título “Antípodas – Diverso e Reverso” e contou com a participação destacada da China como país homenageado, apresentando 62 renomados artistas chineses e tornando-se a maior exposição de arte chinesa contemporânea já apresentada na América Latina. O público pode conferir ao todo obras de 435 artistas, de 43 países dos cinco continentes. A edição de 2017 contou com mais de 1 milhão de visitantes do Brasil e do mundo nas mais de cem sedes ocupadas pela Bienal em Curitiba e em outras cidades do Paraná, Florianópolis em Santa Catarina, Buenos Aires, Salta e Mar Del Plata na Argentina e Assunção, no Paraguai.

A Bienal 2017 deixou como legado para a cidade a escultura em bronze de Confúcio instalada no Centro Cívico. O Largo da China foi inaugurado pelo prefeito Rafael Greca em 30 de setembro do ano passado, no mesmo dia da abertura da Bienal. A obra em bronze fundido, com mais de três metros de altura e 1.500 quilos é de autoria do renomado artista chinês Wu Weishan, diretor do Museu Nacional de Pequim, China, e foi doada à cidade de Curitiba pelo Governo da China, atendendo a pedido do Prefeito Rafael Greca.

Outro legado desta edição da Bienal Internacional de Curitiba foi a doação de um forno de alta temperatura para queima de cerâmicas, instalado no Ateliê Livre de Escultura do Centro de Criatividade de Curitiba, localizado no Parque São Lourenço. A estrutura é uma das maiores do sul do Brasil para queima de cerâmicas em alta temperatura e foi construída por professores e especialistas em cerâmica da Universidade Estadual de Montana (EUA), utilizando técnicas inovadoras. A universidade americana patrocinou a aquisição de todo o material necessário, bem como os honorários dos especialistas dos Estados Unidos envolvidos no projeto e na execução da obra, além de custos de passagem internacional, hospedagem e alimentação da equipe envolvida.

Em 2019, a Bienal Internacional de Arte Contemporânea de Curitiba entrou em sua 14º edição com conceito curatorial assinado pelo espanhol Adolfo Montejo Navas e pela brasileira residente em Berlim (Alemanha) Tereza de Arruda: “Fronteiras em Aberto” é o título que alinhava a edição, colocando o tema fronteira em discussão. Seguindo uma tradição construída em anos anteriores, esta edição ocupou numerosos espaços da capital paranaense, incluindo diversas instituições e centros culturais, além de galerias de arte e espaços públicos. Fora de Curitiba, a Bienal ampliou significativamente suas sedes com exposições em outras cidades do Paraná e do Brasil, como Florianópolis (Santa Catarina), São Paulo (SP) e Brasília (Distrito Federal). A programação geral contemplou a participação de 461 artistas dos cinco continentes, com destaque para artistas de países membros do BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul).

Além da programação no Brasil, a 14ª Bienal de Curititiba – Paraná esteve presente com mostras de arte contemporânea em outros países, a partir de cooperações com instituições internacionais. Na América do Sul, apresentou exposições em Rosário e Buenos Aires (Argentina), Assunção (Paraguai), Montevidéu (Uruguai); na Europa, em Paris (França), Bruxelas (Bélgica), Basel (Suíça) e Vicenza (Itália). Também houve programação expositiva da Bienal na cidade de Chengu (China).

o público

Todas estas propostas mobilizam artisticamente a cidade, a população e visitantes em múltiplos níveis, antes e durante o período em que a Bienal acontece.

O público visitante da Bienal provém não somente da própria Curitiba e de outras regiões do Paraná, mas também de diversos estados do Brasil. Há uma impactante quantidade de visitantes de outros países do mundo, atraídas pela programação internacionalizada e de qualidade apresentada nas exposições.

Os principais países de origem dos visitantes estrangeiros são Alemanha, Argentina, Áustria, Bélgica, Chile, Dinamarca, Espanha, Estados Unidos, Finlândia, Grécia, Hungria, França, Irlanda, Itália, México, Paraguai, Uruguai, Portugal, Polônia, África do Sul, entre outros.

prêmios recebidos

Em 2017 A Bienal Internacional de Arte Contemporânea de Curitiba foi condecorada com a Ordem do Pinheiro pelo Governo do Estado do Parana. A homenagem é a mais alta honraria do Governo do Estado aos profissionais e instituições que se destacam em suas profissões e na atuação pública, contribuindo para a divulgação e crescimento cultural, economico, político e social do Paraná e do Brasil.

Ordem do Pinheiro

Em 2018, a Bienal Internacional de Arte Contemporânea de Curitiba venceu o Prêmio Rodrigo Mello Franco de Andrade, concedido pela Associação Brasileira de Críticos de Arte (ABCA). O prêmio homenageia as principais instituições de todo o país pela programação e atividade no campo da arte. Esta e a segunda vez que a Bienal de Curitiba vence um prêmio da ABCA: anteriormente recebeu, em 2011, o prêmio Destaque do Ano. A ABCA tem seu surgimento ligado a Associação Internacional de Críticos de Arte (AICA), fundada em 1948, em Paris, França, por iniciativa da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO).

Prêmio Rodrigo de Mello Franco de Andrade
Prêmio Destaque do Ano ABCA

Em 2019, a Bienal de Curitiba foi condecorada com a Comenda Ordem da Luz dos Pinhais pela Prefeitura de Curitiba.

Comenda Ordem da Luz dos Pinhais

Também em 2019 a Bienal recebeu o prêmio Victor Meirelles da Academia Catarinense de Letras e Arte – ACLA.

Prêmio Victor Meirelles

Nomes icônicos e de grande destaque internacional já tiveram passagens pela Bienal de Curitiba, como Marina Abramovic, Bruce Nauman, Dan Flavin, Louise Bourgeois, Julio Le Parc, Ai Weiwei, Richard Serra, Shirin Neshat, Tony Craigg, Bill Viola, Tracey Moffat, Marta Minujín, William Kentridge, entre outros.

Prêmio “Mérito Cultural “ Medalha Barão do Serro Azul, oferecido pelo Clube Curitibano.
Medalha “El Cabildo”: homenagem oferecida pelo Centro Cultural La República – Congresso Nacional do Paraguai, em 2014, em Assunção, Paraguai.
Medalha “ Grito de Liberdade”, oferecida pela Bienal Internacional de Assunção (BIA), Paraguai, em 2015.

patrocinadores

homenagem/ special honored

patrocínio/ sponsorship

apoio/ support

parceria/ partnership

incentivo/ incentive

realização/ realization

Projeto aprovado no programa estadual de fomento e incentivo à cultura PROFICE da Secretaria de Estado da Comunicação Social e da Cultura – Governo do Estado do Paraná

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